"Retrato de Rio Maior no Jornal Expresso?"
Enviado por LB em 15/11/2005
Na revista do Jornal Expresso "Única" nº 1724, do passado dia 12 de Novembro de 2005, vem publicado o artigo da autoria de Luísa Schmidt "Autarquias - Tolerância Zero".
É curioso ler o artigo e constatar que tanto dele se aplica à nossa Autarquia e aqueles que os seus destinos dirigem... Parece que a Sra. Schmidt estava a retratar a nossa autarquia!
Por essa razão penso que vale a pena transcrever uma pequena parte desse artigo para este blog.
"... por falar em desordenamento do território, recorde-se que o caos urbanistico e as trapaças generalizadas - desde as construções clandestinas às violações de PDM - são fenómenos que em Portugal ocorrem a todos os níveis sócio-económicos e em todos os locais, até em áreas protegidas. Nenhum desempenho autárquico pode prescindir de erradicar a promiscuidade entre o imobiliário e autarcas, designadamente através do financiamento das autarquias pelas mais-valias da construção."
"... por falar em má fama, é preciso que a vida autárquica deixe de parecer uma espécie de combinação entre amigalhaços. Uma autarquia não é um despotismo populista à pequena escala local, embora a experiência mostre que muito autarca, uma vez eleito, revela dentro de si o tirano de pantufas que gosta de governar sozinho. Sem o fim absoluto desta mentalidade autárquica, nada feito. (...) As mais profundas reformas políticas terão de começar por eles próprios. E não só. Também por esses alçapões de obscuridade mais do que suspeitos que são as chamadas empresas municipais. Trata-se de uma figura quase desconhecida dos restantes países europeus, mas que em Portugal tem servido demasiadas vezes para excluir ao escrutínio democrático e até judicial as manigâncias de alguns autarcas."
Será que nos lembra algo?
LB

2 Comentários:
São uma cambada de cães raivosos, é o que é!
Por
durex, às 23:22
Pois pois...
Quem não rouba,não herda e não tem cunhas arranja mas é uma merda...
PDM`s e zonas protegidas é só para alguns, para quem não tem cunhas, dinheiro e ou influencias.Em Rio Maior faz-se de tudo para previligiar alguns magnatas que por aí há, como se não hovesse lei nam constituição a troco de favores e de mãos untadas...
Por
Anónimo, às 11:08
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