O Filho II
Como leitor assíduo deste Blog reconheço que o Maior2005 não foi criado como uma "arma" contra ninguém, nomeadamente no campo politico,tal como referido na declaração de intenções publicada a 25 de Abril de 2005 em que é expressamente dito que "Não é intenção deste blog fazer campanha eleitoral, atacar ou defender, elogiar ou denegrir".
No entanto, sem o querer utilizar como tal, mas porque é um blog sobre Rio Maior e porque as eleições já passaram, penso que é importante dar a conhecer o verdadeiro "ser" da pessoa cuja intenção de futuro próximo é "apoderar-se" das rédeas da nossa autarquia.
Estou, obviamente, a falar de João sequeira sobre o qual muito já foi escrito neste Blog, nomeadamente em 13 de Outubro passado com o título "O filho".
Penso que muito ainda haverá a escrever sobre esta pessoa, neste ou noutro local, e que dá-la a conhecer é de maior importância para o futuro de Rio Maior.
Como foi escrito nessa peça os Riomaiorenses não gostam de João Sequeira. E não gostam dele porque, apesar do que se possa julgar, sabem distinguir as pessoas com mérito e valor daquelas que não o têm, como é o seu caso.
Por mais que alguns amigalhaços nos queiram iludir, vindo para um dos Jornais locais defender a imagem do Joãzinho, tentando a todo esforço reforçar o seu valor, a sua moral, o seu árduo trabalho para chegar onde chegou, os Riomaiorenses não se deixam iludir...
Curiosidade desta defesa é ela surgir de uma pessoa que auferia de um rendimento pago pela Câmara Municipal e que, pura das coincidências, foi secretário do Presidente... Enfim, são as velhas estórias a que já vamos estando habituados!
Durante todos os anos do reinado de Silvino Sequeira talvez o seu maior erro tenha sido julgar mal os Riomaiorenses. Só vejo este motivo para que ele não peceba porque não gostam os Riomaiorenses do seu rebento. Está bem que amor de pai é cego, mas...
Há muito que Silvino Sequeira já devia ter percebido que tem ganho as eleições exactamente porque os Riomaiorenses tem a capacidade de reconhecer o mérito e valor dos candidatos à autarquia.
Se fizesse uma análise correcta dos resultados das últimas eleições autárquicas talvez, finalmente, o compreendesse... Silvino Sequeira ganhou porque, apesar de tudo, era o mal menor. Os eleitores votaram nele não tanto porque reconhecerem o seu mérito, que apesar de tem, mas porque não reconheceram mérito e valor ao candidato António Rola.
Se atentarmos nos resultados das eleições para a Junta de Freguesia de Rio Maior verificamos que o mérito e valor de Isaura Morais foram reconhecidos, a par do demérito e falta de valor do outro candidato que vinha ganhando eleições à conta de, tambem ele, "ser o mal menor". Por aqui vemos que os Riomaiorenses não são parvos, e que sacrificarão Silvino Sequeira mal tenham uma oportunidade.
Isto deveria ser argumento suficiente para Silvino Sequeira retirar da sua agenda política a intenção de fazer do filho o próximo presidente da nossa Câmara Municipal, pois, tal como na estátua do agricultor que carrega o filho às costas, João Sequeira tem chegado aonde chegou não por mérito próprio mas por ser "carregado às costas" por seu pai, que a todo o custo o tem lançado para a frente nem que para isso seja necessário "varrer" literalmente da sua frente aqueles que realmente têm valor. Basta analisarmos como João Sequeira trilhou caminho para chegar a vereador. Não foi concerteza à custa do seu esforço, mas sim à conta das manobras de seu pai.
Faz-nos lembrar outro João, filho de outro socialista de renome, que, diga-se desastrosamente, tem tentado subir à conta do mérito do pai.
Silvino Sequeira não percebe isto? Na minha opinião faz que não percebe, pois se assim fosse não seria a sua preocupação maior afastar as pessoas que lhe poderiam fazer frente, com estratagemas dignos de romances policiais de cordel, rodeando-se apenas de gente inofênciva...
Há no entanto algo que tenho a certeza que ele sabe; não pode lançar o filho ao julgamento eleitoral dos Riomaiorenses como cabeça de lista! É por isso que durante este mandato iremos assistir à sua subida a Presidente por desistência do pai e saída do Nazaré para uma qualquer empresa municipal ou outro tacho do género!
Depois de todos os esforços para o filho chegar até aqui não é este pequeno degrau que o vai impedir de fazê-lo Presidente.
É por isso importante que os Riomaiorenses conheçam bem o pequeno João, e é por isso que vale a pena atentar em 2 pequenos episódios passados há pouco tempo. Pequenos mas que, na sua pequenez, revelam muito sobre a verdadeira personalidade e formação moral deste "senhor".
Um dos episódios passou-se durante a campanha para as últimas eleições autárquicas, quando, ao retirar a sua viatura do estacionamento junto à sede de campanha, e ao fazer marcha atrás, bateu no carro que estava estacionado atrás do seu. Era noite cerrada... O petiz saiu do seu carro, e disfarçadamente foi ver a viatura em que tinha batido. Olhou sorrateiramente em redor e, julgando não estar a ser observado, abandonou sem mais o local do crime. Nem sequer um bilhete ou um cartão pessoal deixou no parabrisas da outra viatura... Azar dos azares... Alguem viu! Quando o dono do outro carro chegou, e se apercebeu do sucedido, esse alguem deu-lhe a matricula da viatura que tinha batido no seu carro.
O Sr. Lesado dirigiu-se à GNR, que através de Santarém conseguiu saber de quem era a viatura do responsável pelo toca e foge. Na posse dessa informação, e como não sabia onde encontrar o petiz, dirigiu-se a casa do Sr. seu pai que, simpáticamente, lhe sugeriu se dirigisse à oficina para saber qual era o orçamento da reparação.
Resultado final: O papá passou um cheque de 400 e tal euros para pagar a reparação. Provavelmente (ou não) deu uma descasca no rebento, e pediu por tudo ao Sr. Lesado que a história não fosse divulgada. Este último, que até é comerciante em Rio Maior, foi mais tarde contactado por um jornal nacional com interesse em relatar o acontecimento. A sua resposta foi que já estava tudo resolvido e não havia nada a contar... Mais um amigalhaço, e com os amigalhaços nos vamos safando!
O outro episódio passou-se após o casamento do petiz... Sim, para quem não saiba o petiz é casado (e pelo que consta à boca pequena a Sra. sua esposa até está para integrar os quados de pessoal da nossa Biblioteca Municipal... Mas isso são outros quinhentos...).
Bom, resumindo o episódio; o petiz casou, convidou o executivo e alguns funcionários da Câmara. Óbvio que não poderia convidar toda a gente, e até aqui não há nada de incompreensível.
O que não se compreende é que, dias após o casamento, tenha sido servido um lanche no bar da Câmara Municipal para os funcionários... Só que, e pasme-se com a "finesse" do rapaz, o lanche foi servido depois das 17 horas e apenas para os funcionários que tinham oferecido prenda de casamento! Esta é realmente de deixar os olhos em bico!!!
Estes dois episódios atestam bem sobre a moral e formação de alguem cuja ambição, não sei se própria se de seu pai, é dirigir os designios da nossa terra, pois corremos o risco de ter um presidente que foge a cada dificuldade ou que poderá ser apenas presidente daqueles que lhe oferecerem prendas...
LB












13 Comentários:
Cães!
Raivosos!
Eh! eh! Eh!
;)
Por
harmony, às 23:24
É o Kim Jong Il de Rio Maior. Como o coreano é pequenino, amoral, e consegue ser ainda mais idiota.
Por
Anónimo, às 21:34
Esta mensagem foi removida por um administrador do blogue.
Por
vergonha na cara, às 19:54
Qual foi o préstimo do rebento de Silvino Sequeira na Assembleia da República? Da qual foi corrido pelos seus próprios pares da Juventude Socialista? Parece que não fez absolutamente nada, a não ser pôr a ridículo a JS do distrito de Santarém.
Por
vergonha na cara, às 19:57
Helás
Então os salineiros, os eólicos, os bocas, os mimis, e quejandos por onde andam?
xanax, és mesmo tu????!
Volta, pá, que ninguém te perdoa.
Por
o das caldas, às 23:30
Só o amor de pai é que pode levar alguém a acreditar que ele tenha condições de ser presidente da câmara.
É triste o vazio completo que o PS de Rio Maior deixou o silvino criar à sua volta, para abrir caminho ao asno do seu pimpolho.
Mas duplamente mais triste é o PSD ainda não ter conseguido criar uma alternativa capaz a este nauseabundo negócio de família!
Por
M. F., às 20:05
olá a todos,
não sei quem é o silvino mas todos temos filhos e só queremos o seu melhor. quem assim ñão for que atire a primeira pedra.
e depois se o rapaz é filho do pai e filho da mãe (salvo seja) deve ser bastante esperto e com um qi do camandro. deem uma oportunidade e não comecem já a denegrir s.f.f.
Por
sr. pereira, às 00:38
Quando um amigo de infância, com a sua voz avisada, nos diz: "conhecendo-o como conheço seria incapaz de votar nele para o que quer que fosse." (tirado daqui:
http://antologiadoesquecimento.blogspot.com/2005/10/intenes-de-voto.html)
Não é preciso dizer mais nada, se não: SOCOOOOOOOOOOOOOOORRO!!
Por
um rio-maiorense, às 20:38
Uma bosta é sempre uma bosta.
Mesmo embrulhado em papel colorido, é uma bosta.
Meninos, repitam todos, vá lá: "Devemos evitar as bostas!"
Agora mais alto:
"DEVEMOS EVITAR AS BOSTAS!"
Iiiisso!
Por
crente e republicano, às 21:32
Os de Rio Maior não viajam.
Não conhecem outras paragens.
Se conhecessem bastaria comparar e veriam a miséria que é a administração desta cidade.
Mas se calhar alguns viajam.
E esses, das duas três: ou andam distraídos, ou não querem saber ou então comem do mesmo tacho.
Para onde vai o dinheiro dos contribuintes?
Se fosse e tivesse sido canalizado para as obras certas, não teríamos Rio Maior como temos.
Mas quando é canalizado para "obras" eleitoralistas dá nisto que se vê.
O povinho tem o que merece.
Nem Rio Maior nem Portugal se podem queixar: Têm o que merecem.
Por
ambidestro, às 22:44
É preciso os de fora virem dizer aquilo que se mete pelos olhos adentro.
Benm se vê o nível do jornalismo da terra, cães de fila, e mais as vozes do dono que pululam por aí.
Leiam e aprendam a "ver".
"Não é comum encontrar num jornal (o Região de Rio Maior de 2 de Dezembro) um artigo um pouco estranho justificando o encerramento por privados com enormes portões, de um caminho público, usado há anos pela população e pelos "caminhantes". Esse caminho era o leito de uma antiga via férrea que atravessava várias quintas e terrenos e sempre foi de livre passagem. Agora, os novos donos de uma das quintas decidiram fechar o acesso, parece que, segundo "fonte camarária", com autorização da autarquia. O jornal revela uma grande compreensão com as intenções dos novos proprietários e diz que os portões serão sempre abertos "em caso de necessidade pública", o que, está-se mesmo a ver, será muito eficaz se houver um incêndio às duas da manhã e nada diz sobre quem habitualmente usava o caminho e agora por lá não pode passar.
Este é apenas um pequeno exemplo das coisas bizarras que estão a acontecer a cerca de trinta, quarenta quilómetros do epicentro da OTA. Grandes empresas de construção civil, directa ou indirectamente, mostram uma nova apetência por comprar quintas, que estavam há muito abandonadas na sua função agrícola, "para plantar feno". Deve ser mesmo para plantar feno, pois esses terrenos estão classificados como agrícolas e não é suposto servirem para mais nada. Casas também não faltam, há milhares de velhas casas, lagares, armazéns em ruínas, integrados harmoniosamente nas aldeias locais, à venda, cuja reconstrução evitava destruir mais uma vez a paisagem rural e urbana com urbanizações em banda, levando os subúrbios de Lisboa até dezenas de quilómetros à volta da OTA. Percebe-se muito bem que há uma máquina de fazer dinheiro em marcha, com a complacência das autarquias e das "forças vivas" locais, para estragar o pouco que sobrevive de um Portugal equilibrado e fazer mais do Portugal feio que nos asfixia a todos. Não se esteja atento e vai-se ver daqui a anos, as metamorfoses nas classificações dos terrenos agrícolas, subitamente impróprios para "cultivar feno".
in http://abrupto.blogspot.com/
Por
De olhão, às 18:47
Há um novo blog sobre Rio Maior!
www.polismaior.blogspot.com
Por
Anónimo, às 12:17
Em relação ao fecho do caminho da linha de ferro, com a autorização da autarquia, seria talvez interessante os riomaiorenses serem informados sobre quais as contrapartidas daí resultantes. Isto porque segundo consta a câmara adquiriu à direcção geral do património todo o troço da antiga via férrea dentro do concelho. A ser verdade, os novos donos da referida quinta "tomaram conta" de um pedaço de propriedade pública...
Por
Anónimo, às 14:17
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